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Lideranças indígenas realizam o Seminário sobre Mineração e Hidrelétricas em Terras Indígenas

Lideranças indígenas realizam  o Seminário sobre Mineração e Hidrelétricas em Terras Indígenas

 

                                  Cachoeira do Tamanduá, Terra Indígena Raposa Serra do Sol

 

Com a iniciativa das organizações indígenas e indigenistas, o Conselho Indígena de Roraima (CIR), Hutukara Associação Yanomami (HAY), Instituto Socioambiental (ISA) e Conselho Indigenista Missionário (CIMI), será realizado a partir de amanhã, 20 e até o dia 22, o “Seminário sobre Mineração e Hidrelétricas em Terras Indígenas”, na comunidade indígena Tabalascada, região da Serra da Lua, município de Cantá, a 26 km de Boa Vista. 

O objetivo do seminário é fazer um panorama do contexto atual dos projetos de mineração e hidrelétricas em terras indígenas, além de apresentar a realidade em outros Estados afetados com tais projetos, abrindo um debate entre as lideranças indígenas e os convidados. Uma discussão coletiva que busca como resultados, propostas e estratégias concretas que venham impedir o avanço das ameaças que têm causado grandes preocupações aos povos indígenas do Brasil em relação aos direitos indígenas, fortemente atacados pela bancada ruralista, agronegócio e Estado brasileiro.  

Para os debates o evento conta com a presença de lideranças indígenas de Roraima, da Guiana e Venezuela, representantes da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) e da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB). Haverá também a participação de representantes do Ministério Público Federal (MPF), do Fórum da Amazônia Oriental (FAOR) e diversas instituições públicas locais.  

Conforme a programação, no primeiro dia, pela manhã, haverá a mesa de debate com o tema sobre “Mineração em Terras Indígenas” e painel apresentando o “Projeto de Lei de Mineração”. Em seguida, o painel com dados sobre “Mineração em Roraima” e “Impactos nas Terras Indígenas”. Para esse debate, o evento conta com a presença de representantes do Ministério Público Federal, Conselho Indígena de Roraima (CIR), com a mediação do Instituto Socioambiental (ISA) e Conselho Indigenista Missionário (CIMI). À tarde, o debate continua com o assunto sobre “Hidrelétricas e Povos Indígenas” e o painel “Dados Gerais e Estatísticos”.  O Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA) e a Hutukara Associação Yanomami (HAY) mediam essa discussão. 

 No segundo dia, 21, o momento será destinado ao debate entre as lideranças indígenas que vão discutir o tema “Diálogos das Lideranças: Experiências e Visões Indígenas”. Participam dessa mesa, lideranças indígenas de Roraima, Guiana, Venezuela, Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e as Organizações Indígenas locais. 

Um momento que será destinado às lideranças indígenas das regiões diretamente ameaçadas com os projetos de mineração e construção de hidrelétrica, as terras indígenas Raposa Serra do Sol e Yanomami. Após as discussões haverá a composição dos Grupos de Trabalho (GTs).  No último dia, 22, a apresentação das propostas e encaminhamentos do seminário. 

O seminário será mais um momento em que os povos indígenas, organizações indigenistas e entidades sociais irão apresentar as visões a respeito dos assuntos em pauta, assim como, reafirmar o posicionamento contrário a esses projetos que visam violar os direitos constitucionais. 

O evento tem o apoio institucional de entidades como a CAFOD, Embaixada da Noruega, Fundação Tebtebba, Fundação Ford, e outras instituições parceiras. 

  

 

 

  

 

 

 

 

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